Você explora sua emoção para liderar?

A manifestação das emoções é frequentemente confundida com instabilidade ou fraqueza; entretanto, o uso dirigido da sua carga emocional pode elevar substancialmente sua capacidade de liderar e motivar outras pessoas.

 Se estudarmos a biografia de grandes líderes, como Gandhi, Luther King ou Steve Jobs, notaremos que sabiam investir enorme força emocional em seus discursos e ações, o suficiente para despertar paixão.

 

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 Mas como essas pessoas lidam com as próprias emoções?

 1) Aceitam seus próprios sentimentos e os vivem em plenitude

 Eles se permitem viver sentimentos vistos como negativos, como medo e insegurança, e a perceber e tratar a própria raiz. A negação, ao contrário, mantém este sentimento perene em sua vida, ainda que mais diluído, o que em médio prazo conduz à exaustão física e mental.

 2) Diferenciam ações emocionais conscientes e reações impulsivas

Esta é uma das maiores conquistas da maturidade emocional, quando se pára de reagir a cada provocação do mundo, como uma ferida inflamada e sensível ao menor toque, e dirige intencionalmente sua emoção, dando intensidade e dramaticidade aos próprios atos.

 Ao contrário da criança, que chuta o muro porque arranhou o joelho, você pode canalizar sua emoção como um recurso adicional às suas técnicas de liderança.

Pessoas tendem a concordar com bons argumentos, mas seguem quem as toca emocionalmente.

3) Confiam na própria intuição

Intuição é o poder de perceber sem ter que racionalizar, é o poder de organizar inconscientemente informações e assimilar um novo conhecimento, sem que o processo esteja aparentemente sob seu controle.

Especialmente útil quando se trata com pessoas, a intuição é um grande instrumento para tomar decisões importantes de forma rápida, mesmo quando não se tem todos os dados à disposição.

4) Ampliam o alcance e o escopo de suas emoções

Grandes líderes usam suas emoções para amplificar o alcance e a ressonância de seus atos e palavras. É perfeitamente possível argumentar com outras pessoas e convencê-las racionalmente de que é importante se dedicar mais, estudar ou inovar, pois o mercado é voraz e a competição está acirrada. Mas se conseguir tocá-las emocionalmente, despertando sentimentos verdadeiramente transformadores como Confiança, Arrojo, Reconhecimento, Coragem, Paixão e até Sacrifício, você passa a fazer parte da vida interior destas pessoas. A partir deste ponto, seu poder de liderar dá um salto, bem como sua responsabilidade.

Emoções são intrínsecas à natureza humana, suprimi-las é um desperdício de recursos e um esforço inútil, pois elas encontrarão um modo de se manifestar; percebê-las e usá-las intencionalmente, ao contrário, pode dar um novo sentido à sua carreira e sua vida.

 Baseado no texto The Secret Great Leaders Know about Emotions, do Steve Olson.

http://www.metaexecutiva.com/2008/01/14/voce-explora-sua-emocao-para-liderar/

 

 

Estratégias para emergências emocionais

Emoções são energias muito poderosas, que merecem respeito. Elas lembram vulcões: às vezes uma entra em erupção e podemos reagir a ela com pensamentos ou escolhas que nem sempre são os melhores. Nesse caso, convém restabelecermos logo o nosso centro, o nosso eixo, e se possível também conseguindo algo de bom com a situação. O fato de nossas emoções serem processos em andamento, isto é, estão acontecendo agora, momento-a-momento, permite-nos influenciar nosso sistema mente/corpo em uma direção escolhida.

 O facto de nossas emoções serem processos em andamento, isto é, estão a acontecer agora, momento-a-momento, permite-nos influenciar nosso sistema mente/corpo em uma direcção escolhida.
Para fazer uma transição para um estado melhor rapidamente, você pode experimentar uma ou mais das 31 possibilidades abaixo. Como é você que está aí dentro para ter as percepções, só o próprio pode saber qual estratégia é melhor; sugiro que você experimente e descubra o que funciona para o que quer. Antes, e como agimos a partir da combinação de pequenas acções disponíveis, faça um pequeno teste para  saber com o que está podendo contar.
 
Controle motor
1)
Encoste a ponta de dois dedos, como indicador/indicador. De olhos fechados, lentamente, afaste-os cerca de 20 centímetros e encoste as pontas novamente, Faça 3 vezes.
2) O mesmo, para
dedos distintos, como mínimo e indicador. Faça 3 vezes, lentamente.
Imaginação e diálogo interno
1) Imagine uma praia qualquer ou alguma outra cena de natureza, como uma
paisagem de cachoeira. A ideia aqui é verificar a geração de imagens internas voluntariamente, por escolha. Se lhe ocorrer alguma outra paisagem bonita, esteja à vontade.
2) Gere o pensamento verbal: “Eu tenho escolhas quanto a pensar verbalmente”.
Atenção
1) Dirija sua atenção para os canais sensoriais, em seqüência: preste atenção em algo que está a ver, depois em algo que está a ouvir, depois em uma sensação corporal, como um ponto de contacto dos pés. Depois, repita: algo visual, algo auditivo, outra sensação.
2) Temos receptores na pele para cada tipo de sensação: tacto, dor, pressão, calor e frio. Procure sensações de cada tipo de sensor e tente notá-las. Isto não é muito fácil, portanto, se você notar por um momento apenas, já conta. Se preferir, pode usar as papilas gustativas. Beba ou coma algo como café, água ou biscoito e note uma sensação entre doce, salgado, azedo e amargo. Aqui você tem também as opções de tacto, pressão e temperatura. 
 
Uma vez que você tenha se ajustado, tem várias alternativas: voltar ao que estava fazendo, escolher outra coisa ligada aos seus objetivos para fazer, investir mais em auto-conhecimento (se usou a câmera mental), outra coisa interessante. O mais importante é ter restabelecido sua liberdade de escolher e, se possível, ter usado a situação para algum propósito útil, como aprender ou simplesmente ter vencido, o que acho que é dos maiores prazeres: fazer limonadas com os limões que a vida nos apresenta.

 

Virgílio Vasconcelos Vilela

 

 

http://www.possibilidades.com.br/intelig_emocional/emergencias.asp

 

 

 

10 habilidades de um bom líder

liderançaSem entrar no mérito se a liderança é uma qualidade nata ou aprendida, heis 10 habilidades (ou comportamentos) chave para um bom líder:

 Bom Exemplo

Um bom líder deve arregaçar as mangas e participar, não importa a posição que exerça na organização. Participar significa eventualmente descer as escadas e viver a realidade de seus subordinados, conversar com clientes, suar um pouco onde a empresa verdadeiramente funciona.

 Paixão

Um líder sem paixão torna-se um empurrador de tarefas ou, se tiver sorte e for organizado, um burocrata que mantém as coisas nos eixos, mas que não gera novos frutos.

 Paixão é essencial, pois boa parte do papel do líder é despertar entusiasmo e motivação em seus subordinados, e ninguém é capaz de irradiar uma luz que não possui.

 Isso não quer dizer que você deva se tornar um megafone ambulante, pregando os valores da sua companhia como um fanático em uma escadaria, mas que vai transmitir esses valores diariamente, por palavras e ações.

 Organização

Uma secretária bem organizada ajuda, mas não o dispensa de definir sua própria disciplina pessoal. A desorganização pessoal, quando refletida na liderança, traz conseqüências piores que uma mesa bagunçada. Gera ruído na definição de metas, no comportamento e no destino da sua equipe.

 Delegação

Liderar também significa atribuir responsabilidades as outras pessoas, criteriosamente, e acompanhar seu trabalho e os resultados. Delegar corretamente inclui um conhecimento profundo sobre o trabalho a ser realizado, bem como a capacitação e os talentos pessoais de cada membro da equipe.

 Responsabilidade

Ao assumir um cargo de liderança, você se torna responsável sobre a produtividade de outras pessoas. Por isso, além do conhecimento técnico reconhecido que o levou à promoção, agora deverá entender como cada membro da sua equipe atua (ou cada diretor, se estiver na cadeira principal) e agir de acordo com sua capacidade e grau de autonomia, a fim de colher os lucros (ou os danos) do trabalho conjunto.

 Comunicação

Esqueça a retórica, um bom líder comunicador é aquele capaz de expressar a clareza do próprio pensamento, o que inclui saber explicar o que deve ser feito, às vezes como deve ser feito e, principalmente, qual a importância da tarefa, em uma escala de relevância ou prioridades.

 Como conseqüência da sua organização pessoal, sua comunicação para com sua equipe deve ser precisa, específica e concisa. Por outro lado, um líder desorganizado tende a comunicar-se da mesma forma, gerando ambigüidade quanto às próprias ordens, e muitas vezes a equipe até compreende o que deve fazer, mas tem que improvisar quando ao como, e não tem a menor idéia do porquê.

 Coragem e Honestidade

 O papel do líder vai além de distribuir tarefas e fiscalizar a execução. No dia a dia, muitas vezes seu caráter será posto a prova, pois ele se defrontará com situações onde a saída mais fácil definitivamente não é a correta. Seguir o caminho correto, o que às vezes é dolorosamente oneroso, exige coragem.

 Além disso, o líder se torna responsável por sua equipe, o que quer dizer que às vezes terá de defendê-la, seja de um cliente grosseiro, seja de decisões arbitrárias ou francamente mal fundamentadas da cúpula (sim, isso acontece).

 Saber Ouvir

Boa parte da sua habilidade em seu comunicar bem vem de sua capacidade de ser um bom ouvinte. Manter um projeto organizado e as pessoas empolgadas não resulta de um discurso inflamado, mas do seu poder de ouvir as mais variadas demandas de sua equipe, e gerenciá-las a contento.

 Conhecer sua equipe

Os membros de sua equipe não precisam ser seus melhores amigos (provavelmente não serão), mas você irremediavelmente precisa conhecê-los para orquestrar o conjunto. Além de ter ciência da capacitação técnica de cada um, é fundamental conhecer os traços de sua personalidade, como se comunica, o que motiva, e também um pouco de sua história pessoal.

 Aprofundar o relacionamento humano é trabalhoso, exige atenção e foco na outra pessoa e, sobretudo, é sua responsabilidade.

 Ser também um discípulo

Grandes líderes são também grandes seguidores, seja de outros líderes, seja de grandes idéias. Ser um discípulo injeta no líder aquela parcela fundamental de humildade que o salva de se tornar um arrogante, ou um ditador. Um líder discípulo aprende com mais facilidade das pessoas e das situações ao seu redor, pois se torna capaz de dar um passo além de sua visão e de seu egoísmo.

 Neste ponto um chefe se torna um Líder.

Baseado no texto 10 essential business leadership skills do Instigator Blog

 

http://www.metaexecutiva.com/2008/01/15/10-habilidades-de-um-bom-lider/